O chamado "buraco do ozono", que designa a camada de ozono muito fina sobre a Antárctida, surge com maior nitidez na Primavera e Outono. Porém, o perigo já não se restringe ao inóspito e desabitado continente antárctico, onde a falha na camada de ozono é maior porque a movimentação dos ventos acontece em redor do pólo. Em várias outras regiões do planeta, o escudo do ozono também está a ficar mais fino, permitindo a intensificação nada salutar dos raios ultravioletas e novos buracos poderão surgir sobre regiões populosas de qualquer latitude. Face a esta ameaça, mais de 60 países assinaram, em 1987, o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a reduzir em 50% o uso de CFC até finais do ano 1999. Mas, em 1990, na Conferência de Londres, setenta países concordaram em acelerar os processos de eliminação dos CFC, decidindo não a redução mas a paragem total da produção até ao ano de 2000, tendo sido criado um fundo de ajuda aos países em desenvolvimento de 200 milhões de dólares de 1991 a 1993. Os Estados Unidos, Canadá, Suécia e Japão anteciparam essa data para 1995 e a UE decidiu parar com a produção até Janeiro de 1996.
A poluição atmosférica é o efeito provocado na atmosfera por diferentes elementos sólidos, líquidos, ou gasosos, provenientes sobretudo da actividade do Homem. Os problemas mais graves de contaminação do ar surgem nas cidades e áreas com um grande nível de industrialização e população.
Existem demasiados factores que levam ao aumento da poluição atmosférica, dos quais: CFC’s, aquecimentos domésticos, os fumos industriais, os incêndios florestais e as pulverizações com pesticidas, os escapes dos automóveis etc.
As consequências da poluição:
Obviamente que esta poluição tambem se reflecte em várias consequências, delas destacam-se
o smog;
as chuvas ácidas;
o efeito de estufa;
as mudanças climáticas;
o aquecimento global.
Soluções possiveis para este problema:
A redução das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera;
A utilização de filtros nas chaminés das fábricas;
A promoção de energias alternativas, não poluentes;
A eliminação da utilização de CFC;
A utilização de tecnologias “limpas”.
A promoção da reciclagem;
A reutilização de determinados produtos, por exemplo a utilização de garrafas de vidro em substituição das de plástico descartáveis;
A redução na utilização de determinados produtos mais poluentes, como o plástico.
Nós encontramos estes videos na net e queriamos partilhar, já que achamos fascinante o que a Natureza pode fazer, para ripostar contra Nós Humanos. (cliquem nas hiperligações)
Com este post, esperemos que fiquem sensibilizados com o que pode acontecer ao nosso próprio Planeta. É necessário compreender que os nossos actos desumanos, cruéis e egoístas, trarão consequências gravíssimas, que porão fim à nossa casa, o nosso lar: a Terra. Vamos todos contribuir para um Mundo melhor.
A palavra "smog" deriva do inglês ("smoke" + "fog") e é um fenómeno cada vez mais visível nas grandes áreas urbanas. O nevoeiro fotoquímico, também conhecido por Smog, consiste numa mistura de poluentes primários (Monóxido de Carbono, Dióxidos de Enxofre e Azoto) e poluentes secundários como por exemplo o ozono, formados sob a influência da luz solar. Uma vez que o Smog está dependente do Sol, este tipo de poluição torna-se mais evidente nos dias de seca e de maior calor.
Perigos do nevoeiro fotoquímico para a saúde pública: - Irritação e danos nos olhos, na pele e nos pulmões; -Seca as membranas protectoras do nariz e da garganta; -Provoca alterações no sistema imunitário; -Agrava também as doenças respiratórias como a asma daí que as pessoas portadora deste tipo de doença, e as crianças sejam mais vulneráveis a este tipo de poluição. MUNDO A MORRER:
O ozono (03) é um gás azulado da família do oxigénio e resultante da separação das moléculas deste último componente gasoso provocada por certas radiações emitidas do Sol. Cada um dos átomos resultantes dessa separação recombina-se com o oxigénio molecular, originando-se assim o ozono. Embora em muito pequenas quantidades, o ozono existe também na baixa atmosfera, onde pode ser produzido por descargas eléctricas da atmosfera (relâmpagos). Contudo, ele acumula-se na sua quase totalidade na camada que vai dos 20 km aos 50 km e que, por isso, é designada por camada de ozono. Apesar da sua reduzidíssima quantidade, o ozono assume um papel fundamental na sobrevivência da humanidade. Absorvendo grande parte das radiações ultravioletas (mais de 95%), impede que estas atinjam a superfície terrestre em quantidades demasiado elevadas, o que a acontecer provocaria anomalias nos seres vivos, como o cancro da pele, deformações, atrofia, etc. Em quantidades muito elevadas, tornar-se-iam mortais pelas graves queimaduras que por elas seriam provocadas. Todas as células acabariam por ser então destruídas, o que impossibilitaria a existência das formas de vida actualmente conhecidas no nosso planeta.
No entanto, em quantidades muito pequenas, as radiações ultravioletas são úteis à vida, contribuindo para a produção da vitamina D, indispensável ao normal desenvolvimento dos ossos. Nos anos 80, confirmou-se que o ozono está a ser progressivamente destruído, com a consequente rarefacção da camada onde este importante gás se concentra (camada do ozono).
Essa destruição é provocada por produtos químicos libertados pela actividade humana, especialmente os que contêm cloro e os chamados clorofluorcarbonetos (CFC), gases constituídos por cloro, flúor e carbono, muito utilizados em frigoríficos, aparelhos de ar condicionado, indústria electrónica, produção de espumas sintéticas usadas no combate a incêndios, artigos de limpeza, etc. Os CFC podem subir até à estratosfera sem se modificar. Mas, chegando ali, a radiação ultravioleta quebra as suas moléculas e liberta os átomos de cloro, que reagem com o ozono, destruindo-o. Claro que o enfraquecimento da camada de ozono, facilitando a passagem das radiações ultravioletas, faz com que estas cheguem em maior quantidade à superfície do Globo, com os graves perigos já referidos. O chamado "buraco do ozono", que designa a camada de ozono muito fina sobre a Antárctida, surge com maior nitidez na Primavera e Outono. - Imagem computorizada, que mostra o enfraquecimento da camada de ozono, originando o chamado "buraco do ozono".
Terramoto ou sismo (nome mais formal) é um fenómeno de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, resultante de movimentos subterrâneos de placas rochosas, de actividade vulcânica, ou por deslocamentos de gases no interior da Terra, principalmente metano. O movimento é causado pela libertação rápida de grandes quantidades de energia na forma de ondas sísmicas.A maior parte dos terramotos ocorrem nas fronteiras entre placas tectónicas, ou em falhas entre dois blocos rochosos. O comprimento de uma falha pode variar de alguns centímetros até milhares de quilómetros, como é o caso da falha de San Andreas(santo André) na Califórnia, Estados Unidos.Entre os efeitos dos terramotos estão a vibração do solo, abertura de falhas, deslizamentos de terra, tsunamis, mudanças na rotação da Terra, além de efeitos prejudiciais em construções feitas pelo homem, resultando em perda de vidas, ferimentos e altos prejuízos financeiros e sociais (como o desabrigo de populações inteiras, facilitando a reprodução de doenças, fome, etc).O maior terramoto já registado ao longo do tempo foi o Grande Terramoto do Chile em 1960 atingindo 9.5 na escala de Richter em seguida o da Indonésia em 2004 registando 9.3 na mesma escala.